quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Espera.  Não vem com essa velha história, não quero nem saber o porque.  Só ta difícil te esquecer por completo agora. Como assim? Você que dizia que me amava tanto...     te juro que ouvi!   Calma aí. Que merda você ta fazendo agora? Que droga é essa de que você tem outra base?  Não dá para acreditar que você ta falando sério. Vivi e cheguei perto de morrer para você. 
Então vai. Para de me olhar de canto de olho, com as mãos sobre o rosto.  A porta sempre esteve aberta, e você sempre fugiu dela.  Quem ta te segurando aqui? Você pode se virar sozinho. Vai logo. A porta nem é verdadeira. Você sabe que pode começar seu vôo solo agora. 
Está bem. Se quiser sentar e me contar, conte devagar. Não minta para mim. E não me faça querer suportar nada.  Eu te vejo cada vez mais perto desse abismo enorme para a ruína.  Você está tão fora de si. Tão fora de mim.                        
Ok, você venceu. Mas o que faço com nossas histórias geniais? Você vai viver uma outra vida, e eu também. Mas sempre vou lembrar da vida que ficou na minha vida. Tão perto e tão longe de mim.                                     
Sai, ninguém ta te segurando. Vai logo. E não olhe para trás. Leve daqui seu falso amor e o jogue na primeira esquina.
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