domingo, 24 de outubro de 2010

 
De um mês para cá, mudei muito. Minhas atitudes não são mais as mesmas.  Ando fazendo coisas que nunca pensei que faria. Não, nada grave. Só... coisas que antes não tinham nada a ver comigo. Agora tem.
Há um mês atrás, eu era totalmente diferente. Existiam mais pessoas a minha volta, menos pessoas que me traíram de certa forma. Agora não. Tudo mudou da noite para o dia, e a dor que me causou foi somente... insuportável. Noites e noites eu me vi jogada no chão do meu quarto, com um pranto mudo e cheio de dor. A dor que tudo aquilo me causou me ajudou a crescer dolorosamente outra vez. Não é a primeira vez que passo por isso, mas nunca tinha acontecido com essa intensidade. 
Acabei saindo cheia de ferimentos, que de certa forma estão cicatrizados de forma superficial.  Acabei chegando a conclusão de que confie demais em pessoas erradas, as dei crédito demais por estarem ao meu lado por um curto período de tempo. Vamos pensar assim: antes de ontem, eu os conheci, ontem eles me amaram, hoje eu não sou nada para eles. É um ciclo doentio. 
Algumas coisas aconteceram nessas últimas 48 horas que me deixaram passada. Mas tudo bem. A vida continua não é?
Existe um outro sorriso no meu rosto. Não, não é um sorriso vingativo. É só um sorriso que significa um crescimento repentino baseado em dor. Agora, me sinto mais madura. E um pouco mais errada. Mas tudo bem, erros o tempo sana. Pessoas erradas também. 
Minhas atitudes mostram a mudança: nunca deixei tão na cara o que sentia, como andei deixando. Sim, ainda tenho minhas emoções secretas, mas não são muitas. 
De qualquer forma, deu fim de jogo para tudo. Passado é passado, não dá para ser mudado. 
'' Se fiz tá feito, nem discuto ''.
Enfim, vou curtir minha vida da maneira que eu bem entender e aí de quem vier falar um ai para mim. Melhor, aí de quem não tem moral alguma para falar.
Acabei indo além do meu limite, novamente. Só que dessa vez, muito além. Para mim, já deu.
ps: NÃO perguntem o porque da mudança ou de qualquer outra coisa, vocês vão ser obrigados a ouvir uma história chata, longa, e cheia de datas sobre uma menina de 15 anos. 

Um comentário:

Mariana disse...

não concordo, mas enfim. ficou muito bom.

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