quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Unwritten - Natasha Bedingfield

Eu não posso ser escrita, não posso ler minha própria mente, eu sou indefinida. Eu to no começo ainda, o lápis paira por entre meus dedos, colocando o ponto final em um não plano. Eu continuo encarando o espaço em branco na minha frente. Vou abrir minha janela suja, e deixar o sol iluminar as palavras que eu nunca poderei encontrar. Eu vivo procurando por algo distante. Estando perto de mim, você vai poder notar isto. Liberte suas inibições, sinta a sua em sua pele.  Lembre-se: só você pode fazer essas coisas com você mesma.    Diga as palavras que estão presas em seus lábios, jogue-se em palavras que não foram ditas. Viva a sua vida de braços abertos.   É hoje que seu livro começa a ser escrito.   Eu quebrei várias tradições, várias de minhas tentativas foram frustradas. Nós estamos condicionados a não errar. Mas, eu preciso errar. Não posso viver desse jeito.   

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